Três Formas de Conectar uma Câmera

Uma cidade não é uma única rede. Alguns locais têm fibra; outros, um enlace de rádio congestionado; outros não têm conexão confiável. A IREX admite três modelos de conectividade para que cada local use o que consegue sustentar.

A Escolha

A Largura de Banda Decide, Não o Contrato

Os três modelos oferecem gestão centralizada, alta disponibilidade, registros de acesso e acesso pela web em qualquer dispositivo. O que muda é onde as análises são executadas e quanto tráfego passa pela conexão.

O modelo comercial independe do modelo de conectividade. Uma assinatura hospedada pelo cliente, uma licença perpétua ou o SaaS hospedado pela IREX podem usar qualquer combinação dos três. É comum uma implantação usar os três em locais diferentes.

A implantação no Peru é o exemplo de alerta que citamos internamente: os servidores de borda estavam nos requisitos, mas não no escopo da entrada em operação. Deixar de incluir uma infraestrutura no orçamento não elimina sua necessidade. Por isso, a vistoria na fase de projeto serve para resolver essa questão antes do contrato.

Os Três Modelos

Escolha um por Local

Conexão Direta

As câmeras se conectam por fibra ou banda larga de alta disponibilidade diretamente à nuvem privada, sem servidores no local. É o modelo mais simples quando a conexão permite.

Servidores de Borda de Alta Disponibilidade

Servidores de borda locais e redundantes executam as análises e o armazenamento perto das câmeras, em redes com ou sem fio. Para locais com largura de banda limitada ou conexões pouco confiáveis, onde não se pode perder a cobertura.

Servidor de Borda Econômico

Um único servidor de borda executa as análises e o armazenamento locais, em uma configuração otimizada para locais menores com conectividade limitada, onde a redundância não se justifica.

Por que Usar Servidores de Borda

O que um Servidor de Borda Muda

  • Somente os eventos seguem para a nuvem, sem o vídeo bruto, reduzindo drasticamente a largura de banda necessária.
  • O local continua gravando offline quando a rede cai e sincroniza os eventos automaticamente quando ela volta.
  • A latência da análise permanece local, algo fundamental quando o alerta precisa chegar a um operador no próprio local.
  • A gestão central, a busca e a trilha de auditoria também abrangem os locais com servidores de borda: eles integram um único sistema, sem ficar isolados.
  • Servidores de borda redundantes eliminam o ponto único de falha nos locais que não podem tolerá-lo.
  • O hardware de borda é incluído expressamente no escopo e no orçamento durante o projeto; nunca fica subentendido.

Dados

Comum aos Três
Gestão centralizada, alta disponibilidade, registros de acesso e acesso pela web em qualquer dispositivo.
Vistoria do Local
O levantamento da rede e a avaliação física e ambiental definem o modelo de cada local antes da assinatura do escopo de trabalho.
Prazo
De seis a doze meses da primeira conversa qualificada à operação estável, com o ritmo definido pela modalidade de contratação.

Perguntas Frequentes

Como saber de qual modelo um local precisa?

A vistoria durante o projeto do sistema determina isso: levantamento da rede, avaliação física e ambiental e inventário de integrações. Em seguida, a IREX produz a arquitetura-alvo, a lista de materiais de hardware e software e o modelo de capacidade.

Uma implantação pode combinar modelos?

Sim. A maioria das implantações combina modelos. O modelo de conectividade é escolhido por local e o modelo comercial independe dessa escolha.

O que acontece em um local com servidor de borda quando a conexão cai?

O servidor de borda continua gravando offline e sincroniza os eventos automaticamente quando a rede volta, sem deixar uma lacuna no arquivo.

Quem fornece o hardware de borda?

O escopo e o preço são definidos na fase de projeto do sistema. O hardware pode ser fornecido pela IREX, por um parceiro local ou diretamente pelo cliente, mas nunca fica fora do escopo: deixar infraestrutura fora do orçamento já comprometeu uma implantação.

Comece com uma Vistoria

Apresente a rede como ela é, não como a documentação diz que deveria ser. Isso dá valor ao modelo de capacidade.